domingo, 26 de maio de 2013

A terra dos professores.

 Em uma pesquisa realizada em 2012 o Canadá saiu em primeiro lugar como o pais que melhor paga seus professores. Um professor canadense ganha em media 7 mil dólares por mês. Pode ser que isso e um dos fatores o porque o Canadá tem o melhor ensino de países de língua inglesa e francesa. O Brasil se saiu mal nessa pesquisa pois foi colocado na décima oitava posição o que e muito ruim. O interessante também e que os estudos no Canadá e considerado um dos mais baratos no mundo e responsável por movimentar grande parte da economia canadense pois a cada ano o Canadá bate recorde na emissão de vistos para estudo. O Canadá saiu na frente de países como Estados Unidos, Inglaterra, Austrália e de todos os países europeu. A diferença no salário de um professor canadense em inicio de carreira e no final de carreira também não e tão diferente. Esse e um perfeito exemplo de como um pais investi em educação.  


Justiça conclui investigação de morte por tortura do pai de Bachelet.

A Justica Chilena encerrou a investigação sobre tortura seguida de morte do ex-general da forca aérea Alberto Bachelet, pai da ex-presidente e atual candidata à presidencia Michele Bachelet (2006-2010), morto depois do golpe de Estado de Augusto Pinochet (1973-1990).

No decorrer da investigação foram detidos os ex-coreonéis Cacerés e Edgar Ceballos, acusados de torturar Bachelet, O juíz que assumiu o caso concluiu o sumário para, depois, proferir a sentença. A expectativa é que a sentença saia até o final do ano.

Segundo o Juíz Carroza, ainda não foi possível identificar mais suspetios que possam ter submetido Bachelet a torturas que acabaram por levá-lo a morte, como revelou um relatório do serviço medico legal.

A mulher e a filha de Alberto Bachelet, a ex-presidente Michelle Bachelet, também ficaram detidas em centros de torturas, fato ao qual a ex-chefe de Estado nunca se referiu publicamente.

Após um primeiro governo (2006-2010), Bachelet voltará a disputar a presidência na eleição de 17 de novembro, na qual aparece como favorita.

Fonte:http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/05/justica-conclui-investigacao-de-morte-por-tortura-do-pai-de-bachelet.html

Venezuela, mercado, Sergipe...



A globalização não é um sistema estático, ela envolve a integração inevitável dos mercados, dos países e das tecnologias (FRIEDMAN, 1999). Tal afirmação mesmo que obvia,  por vezes parece distante do contexto brasileiro, ou longe de  cidadãos comuns. Porém ao ser acompanhado mais de perto em especial a lógica do mercado é possível perceber que a integração,como afirmada, inevitável dos mercados está à porta e muito mais perto do que se pode imaginar. Para ilustrar isso,uma notícia veiculada esta semana pelo G1 mostra que em Sergipe as exportações de calçados, só nos quatro primeiros meses deste ano caíram 98,2%. Por quê? O mercado dos calçados sergipanos é a Venezuela e uma imposição do governo venezuelano ao que se refere ao controle cambial fez com que o dólar esteja em falta no país, existe hoje uma escassez da moeda americano muito utilizada nas transações internacionais. Exatamente isso: produtos brasileiros com dificuldades de serem vendidos aos hermanos venezuelanos por falta de moeda norte americana. Lógico ou não, são coisas do sistema.

O problema é que não é somente com calçados,  a dificuldade se estende à compra de medicamentos e alimentos, que a Venezuela importa não só do Brasil,mas também de outros países. 


Fontes: FRIEDMAN, Thomas L. O Lexus e a Oliveira: Entendendo a Globalização. Rio de Janeiro: Objetiva: 1999.
<http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2013/05/crise-na-venezuela-prejudica-exportacao-de-calcados-em-sergipe.html>


Por: Anna Lídia Estrela Costa
BOLÍVIA ABRE SEUS RECURSOS NATURAIS E PRODUÇÃO AGRÍCOLA À VENEZUELA

A Bolívia decidiu abrir seus recursos naturais e potencialidade agrícola ao poder e necessidade venezuelana, através da constituição de empresas denominadas “Gran Nacional” que operarão sem restrições para a produção de alimentos, lítio, gás, petróleo e indústria têxtil e concordaram em aprofundar a presença ideológica do socialismo e comunitarismo através de suas rádios comunitárias.

Os acordos foram firmados em momentos em que a Venezuela passa por uma interna e aguda crise de alimentos e consumo de produtos de higiene. 


Os presidentes da Bolívia, Evo Morales e da Venezuela, Nícolas Maduro, validaram ontem um memorando de entendimento trabalhado pela II Comissão de Integração Conjunta durante dois dias na cidade de Cochabamba, onde concordaram aprofundar sua dependência mútua em matéria econômica, cultural e esportiva, no marco do sistema econômico socialista do ALBA. Os documentos serão assinados em ato público este domingo no coliseu da Coroa em Cochabamba.

Os líderes concordaram em criar uma Grande Nacional de Produção e Comercialização de Alimentos através da EMAPA e Serviços de Alimentos da Venezuela (Seval). Suas operações começarão ainda este ano e em 2014. Na Bolívia serão plantados grãos em 500 hectares em Pailón-Santa Cruz e na Venezuela se fará o mesmo em Guanarico-Estado Português.

Também constituirão uma Grande Nacional têxtil de processamento de algodão e linha e o primeiro passo será que a Venezuela se torne sócia da Enatex (ex Ametex) para a qual constituirão um Centro de Desenvolvimento e Inovação Têxtil. A outra empresa constituída é a Grande Nacional de Cimento que começará sob um projeto em Potosí e outro em Oruro.

A Bolívia aceitou que a Venezuela seja participante na industrialização do lítio, assim como também em aprofundar os trabalhos de exploração de reservas de gás e petróleo bolivianos através da Petro Andina, pré-requisito que a YPFB deve cumprir em conseguir licenças ambientais para importantes reservas de gás no Sub Andino Norte e Sul.

Em discurso de circunstância o presidente maduro disse que “o político e cultural estão antes de tudo” e a partir de agora as relações bilaterais se regerão com um mapa estratégico de cooperação que será revisado a cada três meses, onde também estará imersa a cooperação e a capacitação militar dos países.

Tal aliança só pode ser encarada de forma benéfica para as duas nações, pois uma preencherá lacunas da outra e ambas sairão ganhando no fim. Só resta agora seguir todas as recomendações que cada uma precisa, que o plano logo será colocado em prática e tem tudo para ser muito satisfatório.

Por: Mariana Roriz.


sábado, 25 de maio de 2013

Governo Sírio admite em participar da negociação com a Rússia e EUA

http://topicos.estadao.com.br/siria

A guerra civil que resultou na morte 94 mil pessoas está próximo do fim. A Síria concordou em participar ativamente da negociação proposta pela Rússia e EUA que consiste em buscar uma resolução política para um conflito de 2 anos e que assola a comunidade síria. Esse recado foi dado pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia em que a conferência da paz será no mês que vem em Genebra, na Suíça. A Rússia por ter aproximação na relação diplomática com a Síria, foi responsável em negociar com governo sírio de Assad e levar o país a mesa da negociação junto com os EUA. Todavia, A Síria não enviou um comunicado oficial da confirmação na conferência da paz, mas um legislador sírio comprovou a intenção governamental em participar do evento. O objetivo principal da futura conferência será negociar a transição política para pôr fim à guerra civil síria. Os EUA terão como apoio os árabes e os países europeus, e ao lado da oposição síria espera que Assad precise renunciar para que a transição comece.

domingo, 19 de maio de 2013

Contradição das FARC em avanço da Colômbia em negociações pela paz

http://www.eltiempo.com/politica/farc-enumeraron-desde-cuba-peticiones

Mais uma vez o mundo concentra suas atenções para o fim do conflito da Colômbia com as FARC, e os resultados começam a aparecer.  Nessa semana o governo anunciou um projeto de 10 anos para a redistribuição de 3 milhões de hectares de terra e outros projetos para melhoria de vida da população pobre do país. Por outro lado, o trabalho das FARC no país não para. Nessa mesma semana o grupo realizou um ataque a um gasoduto na região de Putumayo, que causou um alerta de emergência ambiental, o que mostra que as FARC não vão parar enquanto não chegar a acordo de paz. Assim, os líderes das FARC divulgaram uma lista de exigências antes de entrar na reunião para as negociações pela paz em Havana, em resposta à declaração do presidente Juan Manuel Santos, que disse que as exigências da organização se pareciam mais com uma lista de “mercado”, ironizando seus pedidos. Na lista, as FARC exigem que para um acordo de paz, o governo tem que dar garantias de um projeto para desenvolver a zona rural e um tipo de mineração ligada ao investimento social, entre outros. A novela que promete.

Paulo Henrique Santos




El Diario – 19 de maio de 2013.

A COCAÍNA BOLIVIANA TEM QUATRO ROTAS PARA CHEGAR A TRÊS CONTINENTES

Em todas as rotas marítimas a todos os mercados, os principais meios de transporte são as lanchas rápidas, os iates privados, as embarcações pesqueiras, os navios de carga e os navios de transporte de contêineres.

“A cocaína peruana e boliviana passa por vários países da América do Sul, na qual fica uma parte para o mercado interno e logo é transportada, através do Caribe, Ásia e Oriente Médio, assinala o informe sobre “O problema das Drogas nas Américas” apresentado na quinta-feira 16/05, pela Organização dos Estados Americanos (OEA).

Este informe de 400 páginas foi entregue pelo secretário geral da OEA, José Miguel Insulza, ao presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos em um ato realizado na Casa de Nariño, sede do governo colombiano.

Este documento está composto por duas dimensões: a Analítica e a de Cenários, e faz uma revisão da realidade que os países do continente enfrentam com relação ao fenômeno das drogas. Está disponível na página da web da OEA. Este meio tentou obter uma opinião sobre o tema, do vice-ministro de Segurança Social, Félipe Cáceres, mas não foi possível falar com ele sobre o assunto porque seu celular se encontrava ocupado.

As rotas

Essa compilação de informes de várias organizações regionais que trabalham na luta contra o narcotráfico ou que estão relacionadas ao assunto, assinala que a cocaína peruana e boliviana flui para a Europa ao longo de várias rotas.

Uma via é o Oceano Atlântico, atravessando o Caribe e ingressando na Europa, de preferência através da Espanha e Portugal.

A segunda via iria desde a América do Sul ao Cabo Verde e as Ilhas Canárias, até chegar à Europa, principalmente através de Portugal.                        



A terceira é conhecida como a “rota africana”, que vai desde a Venezuela e outros pontos da América do Sul, a países da África Ocidental e então para Portugal e Espanha.

Finalmente a rota que vai desde o Brasil à Venezuela e Equador, até os portos da Espanha, Países Baixos e Portugal.

A Interpol assevera que a rota da África Ocidental se tornou mais importante durante os últimos dez anos através de países como Guiné Bissau, Guiné, Senegal, Serra Leoa e Mali, e logo a Europa. No entanto, o Escritório das Nações Unidas Contra a Droga e o Delito (Onudd), indica que, segundo dados recentes sobre confiscos e prisões, há havido uma provável diminuição do uso desta rota.

Em todas as rotas marítimas, a todos os mercados, os principais meios de transporte são as lanchas rápidas, os iates privados, as embarcações pesqueiras, os navios de carga e os navios porta-contêineres. Estes últimos apresentam um desafio particular para a detenção do carregamento e além do mais tem um enorme potencial para carregar grandes volumes.

O tráfico pelo ar utiliza pessoas como transportadores (conhecidas como “mulas”) quando viajam por companhias de linhas aéreas. Os aviões controlados pelos narcotraficantes usam uma ampla variedade de métodos; por exemplo, lançando a cocaína em águas internacionais, de onde pode ser recolhida por barco, aterrissando ou lançando a cocaína pelo ar em zonas remotas da América Central ou Caribe, e quando se trata de longas distâncias, contam com aviões adequados transportando a cocaína até a África.

O transporte terrestre, por sua vez, ocorre na América Central e México até chegar aos mercados dos Estados Unidos e Canadá, assim como por terra desde a região andina para o consumo na América Latina e seu envio à Europa e outros lugares do mundo.

O confisco de cocaína na Europa tem diminuído entre 2006 e 2009, de acordo com o Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT), mas a prevalência e preço de mercado por grama (de pureza desconhecida), se mantêm estáveis, o que sugere que a redução das apreensões não indica uma redução do fluxo.

Postado por: Mariana Roriz.