domingo, 12 de maio de 2013

Acordo na área acadêmica entre Brasil e Canadá


    Em 2012 o Canadá fechou um acordo com o Brasil na área acadêmica. Um acordo de R$ 12,9 milhões com 27 universidades Brasileiras sendo elas federais, estaduais e particulares. 
    O Canadá já é o principal destino de estudantes brasileiros que querem aprender inglês e o segundo principal destino para quem quer aprender francês. Agora o Canadá quer que eles sejam também o principal destino para alunos de graduação, pós graduação, mestrado e doutorado. Isso vai beneficiar tanto o Brasil quanto o Canadá pois a ideia é que o conhecimento se torne ação para os dois países. Isso tudo e fruto de uma negociação que demorou cerca de 2 anos.
     Em 2010 o Canadá fechou um acordo semelhante com a Índia. Agora a intenção é analisar nos próximos 3 anos para ver se vale a pena investir assim em outros países e até mesmo aprofundar mais com o Brasil.


sexta-feira, 10 de maio de 2013

Direitos Humanos




A  Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), hoje 10/05, pediu ao Estado venezuelano que adote de forma urgente medidas que assegurem os Direitos Humanos em especial medidas que garantam os direitos à vida e a integridade pessoa. A Comissão se mostrou preocupada com o que vem ocorrendo na Venezuela desde as eleições de 14 de abril. Como visto na semana passada, alguns parlamentares da oposição além de serem impedidos de falar em plenário,foram também agredidos por deputados governistas. Isso repercutiu de maneira muito ruim para o governo venezuelano. Porém, o que compõe o pedido da CIDH vai além do que ocorreu no parlamento. A comissão levou em consideração também as mortes que ocorreram após a eleição, a repressão aos opositores e à imprensa. Foi solicitado ao governo o quantitativo de pessoas que morreram em decorrência do protesto pós-eleição, os detidos e a resposta de porquê foram detidos e por fim o que está sendo feito para que os responsáveis pelas mortes sejam julgados. O governo respondeu que nove pessoas morreram, muitas delas pró-governo, e que as investigações estavam ocorrendo normalmente,  organizações da sociedade civil afirmam terem sido treze mortes. Por sua parte a CIDH solicitou que o governo esteja atendo ao andamento das investigações e garanta que os responsáveis sejam penalizados, tudo isso de forma imparcial. Não é a primeira vez que a comissão chama a atenção da Venezuela, por exemplo em fevereiro de 2010 o então Presidente Hugo Chávez,chegou a falar em saída da Venezuela da comissão que na época denunciou a opressão politica sofrida pela oposição venezuelana, além de violência com alguns grupos da sociedade. 


Por: Anna Lídia Estrela Costa.

Nota: A CIDH é um órgão autônomo da OEA com sede em Washington.  (*Nota retirada da reportagem original do jornal El Nacional).

Fontes: <http://www.prensaescrita.com/adiario.php?codigo=AME&pagina=http://www.el-nacional.com>
<http://www.semana.com/mundo/articulo/chavez-dice-venezuela-saldra-cidh/113615-3>


segunda-feira, 6 de maio de 2013

Tensões entre Colômbia e Venezuela


Durante a semana, as FARC tentaram justificar seu movimento criticando o governo, e dizendo que o programa de restituição de terras a ser formulada pelo governo é uma mentira. Essa semana o Ministro da Agricultura do país, Juan Camilo Restrepo disse que o país está fazendo de tudo para que as terras, apossadas pelo movimento, sejam devolvidas o mais rápido possível aos verdadeiros donos. Disse ainda que esse programa não atrapalhará as conversações para se chegar à paz com as FARC.
As tensões entre Nicolas Maduro e o ex-presidente colombiano Álvaro Uribe seguem fortes. Essa semana Nicolas Maduro deu uma entrevista surpreendente, dizendo que Uribe está por trás de um plano para assassiná-lo. Tudo isso porque o ex-presidente disse pelo twitter que a eleição de Maduro significa que a ditadura venezuelana continua, e pediu que as eleições fossem refeitas, com insinuações de que houvesse irregularidades para a eleição do sucessor de Hugo Chávez.

Paulo Henrique Santos



Pane política


Durante essa semana a política na Colômbia esteve em evidência. Um assunto controverso envolvendo o Presidente Juan Manuel Santos teve fim. O Presidente queria estender os mandatos presidenciais de 4 para 6 anos.  Juan Santos causou uma pane no país ao querer estender seu mandato para seis anos, eliminar a reeleição presidencial e combinar os mandatos do presidente com os de parlamentares, prefeitos e governadores. Sofrendo forte rejeição pela ideia, ele desistiu essa semana de mudar a constituição colombiana.
Outro assunto que não sai da pauta de notícias no país é sobre o processo de paz entre o governo e as FARC. Um dos representantes da guerrilha, Andrés París, disse que as FARC não deseja um processo de paz “express”, e que a pressa leva ao fracasso, e que todos devem ser pacientes. Assim, antes de mais uma rodada de conversações, dessa vez para discutir o desenvolvimento agrário, o grupo fez questão de agradecer os EUA pelo apoio ao processo de paz.

Paulo Henrique Santos

Ps: Notícias relativas à semana do período 22/04 a 28/04



domingo, 5 de maio de 2013

Ataque do Movimento Talibanês, resulta na morte de oito soldados da Otan no Afeganistão

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2013-05-04/bomba-mata-cinco-soldados-americanos-no-sul-do-afeganistao.html



Em dois ataques isolados, três morreram neste Domingo (05). No total oito soldados foram assassinados, segundo a Agência EFE em uma fonte oficial. Neste Sábado (04) foi considerado como o dia mais sangrento envolvendo as tropas da Otan em uma missão no Afeganistão. A Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) constatou a morte de 50 soldados do contingente internacional em 2013. Em um dos ataques um agente infiltrado Talibanês matou quatro militares integrantes da isaf antes de ser abatido. O foco de insurgência Talibanês se voltaram contra as tropas da Otan e causou outro ataque usando bomba improvisada que matou cinco soldados no sul do Afeganistão incluindo americanos.  A retirada das tropas internacionais já está encaminhando e deve ser finalizado em 2014. Pela constante morte de tropas da Otan no Afeganistão, o prazo para a retirada deve ser aumentado, devido à fragilidade do governo ser destituído pelas forças talibanesas.



O francês em Quebec


 O Quebec está preocupado com a perda da força da sua língua oficial: o francês. Vários esforços, projetos e medidas estão sendo feitos para que o francês cresça mais forte a cada dia. A atual Primeira Ministra do Quebec, Madame Pauline Marois, é nacionalista . Ela é do PQ (Partido do Quebec) que prega entre outras coisas a separação do Quebec do resto do Canada. Segundo o relatório do Statistics Canada  o francês recuou em todo o Canada, principalmente em Montréal e Laval. Por isso a preocupação do PQ.  Segundo a ministra responsável pelo MICC (Ministério de Imigração e Comunidades Culturais) Madame Diane De Courcy não era nem preciso os dados do Statistics Canada pois já se percebe esse recuo do francês nas ruas, comércios, bares, restaurantes, etc. Ela reforça que isso se tornou uma preocupação não só dela mas de todos as pessoas que querem viver em francês no Quebec.   Alguns esforços já foram tomados pelo MICC que são:
Melhorar a francização de novos imigrantes para torná-los mais adaptados e garantir que falem um francês cada vez melhor;
Incentivar as empresas a usarem somente o francês no ambiente de trabalho e em suas reuniões;
Ao contratarem um candidato não exigirem o bilinguismo, ou seja, falar inglês seria um diferencial e não uma obrigação;
Melhorar o ensino do francês para as crianças estrangeiras nas escolas;
Dentre outras.






 El Diario - 05/05/2013

Luta da Bolívia visando o combate às drogas parece frágil aos olhos da União Europeia


O narcotráfico não é um poder que deva ser enfrentado por um único país e não se deve ignorar que na Bolívia “já somos produtores” argumentou o ex-vice-ministro Gustavo Torrico.

A União Europeia considera que a Bolívia está em débil desvantagem frente aos narcotraficantes, pelos recursos e meios com os quais contam para cumprir sua atividade ilícita, e seu representante no país, Francisco García, expressou a pré-disposição da região em prestar apoio ao Governo no futuro.

García afirmou que buscarão apoiar a Bolívia com prioridade na luta contra o narcotráfico porque o Estado Plurinacional não conta com os mesmos recursos ou meios dos narcotraficantes. “Eu creio que sejam prioridades que a Europa vai propor a Bolívia e esperemos que o governo as considere”, acrescentou.

A esse respeito, o vice-ministro do Regimento Interno do Ministério do Governo, Gustavo Torrico, indicou que a Bolívia “estando acompanhada da Drug Enforcement Force (DEA) estadunidense se sentia essa debilidade”, pelo qual a ex-autoridade não acredita que o governo rechace a oferta dos europeus.

Porém, enfatizou que o narcotráfico não é um poder que deva ser enfrentado por um único país, porque todo o mundo está envolvido e assim como não se deve ignorar que na Bolívia “já somos produtores (de droga) pelas fábricas encontradas” e também os  mercados de consumo devem tomar ações em seus próprios territórios.

Essa aproximação entre a Bolívia e a UE deve ser vista de forma bastante positiva não só para o país, mas o mundo. A questão do narcotráfico tem se alastrado por muito tempo e fazendo milhares de vítimas. A Globalização trouxe inúmeros benefícios às nações sem dúvida, estreitou a distância e a comunicação entre elas, possibilitou a facilitação do comércio, a partilha de novas tecnologias e a mistura de culturas. Mas o fenômeno também possibilitou que assuntos internos se espalhassem pelo mundo e sem muito controle, a questão das drogas é um dos reflexos disso.

Como a Bolívia não consegue ter controle sobre o narcotráfico, ele logo se espalhará pelo mundo, se já não se espalhou. Isso afetará outros países que terão problemas para tal combate. É importante que a Bolívia receba ajuda internacional na tentativa de acabar com as ações dos narcotraficantes, pois se ela deixar a situação da maneira que está o país pode se tornar uma segunda Colômbia. E não se pode pensar que as autoridades colombianas não tentaram acabar com a produção e venda de drogas no país, houveram inúmeras ações fracassadas com esse intento, é exatamente por isso que até hoje se tem refugiados colombianos em vários países, principalmente Equador e Panamá, o que causa grande dor de cabeça a esses países. Eles fugiram de seu país, no caso principalmente mulheres e crianças, devido a conflitos internos bastante violentos entre as autoridades e os narcotraficantes que não conseguiram por fim à ação de tais criminosos.
Antes que a situação da Bolívia fuja do controle do governo como aconteceu com a Colômbia, será muito bem-vinda qualquer ajuda.



Por: Mariana Roriz.

Fonte: <http://www.eldiario.net/noticias/2013/2013_05/nt130505/principal.php?n=100&-union-europea-ve-fragil-a-bolivia-en-lucha-antidroga>