domingo, 19 de maio de 2013

Marcha no Chile Pede Nova Política de Drogas




No último sábado dia 18, milhares de pessoas marcharam na capital Santiago em prol de uma nova política de drogas para o chile, mediante a qual se regulamente o consumo de maconha e se permita seu cultivo pessoal, como forma de combater o narcotráfico.

Homens e mulheres acompanhadas de seus filhos se reuniram na Praça dos Heróis  centro de Santiago, para participar da marcha que foi embalada ao som de tambores e gritos pedindo por “Legalização”.

Maria Aidé Mateluna de 62 anos integrante do grupo que marchava, declarou: O sistema político se encarrega de desvirtuar seu uso e não nos deixa plantar em casa e isso fomenta o narcotráfico.

A marcha teve fim no Parque Almagro, onde concentrava cerca de 30 mil pessoas que participaram da mobilização.

Existe no Chile uma norma antidroga que penaliza com até cinco anos de prisão o cultivo de maconha, e  restringe também a comercialização.

Em 2012 os Senadores socialistas Ricardo Lagos Weber e Fluvio Rossi, apresentaram um projeto de lei para legalizar o cultivo, consumo pessoal e terapêutico da maconha.  Um dos senadores que apresentou o projeto de lei no Congresso, declarou que consume maconha  “ao menos duas vezes por mês”.

Segundo informe oficial, 19,5% dos adolescentes chilenos disseram ter consumido maconha em 2011, um aumento de 4,4 pontos percentuais com relação a 2009.


Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/05/marcha-macica-no-chile-pede-nova-politica-de-drogas.html



quarta-feira, 15 de maio de 2013


Venda da Globovisón


Nesta semana  foi confirmada a venda do único canal aberto independente da Venezuela, a Globovisión agora tem novos donos e novos diretores, ao que parece a linha editorial do canal será alterada. 
Declarada muito tempo como o único canal que  fazia crítica ao governo chavista, o novo diretor afirmou aos funcionários que o que  era veiculado até então  no canal será alterado para uma visão mais centrista.
Interessante esta colocação, tendo em vista que muitas pessoas importantes conseguem enxergar um racha, uma divisão na população venezuelana em âmbito político. Segue um trecho ainda mais interessante do que disse o novo diretor: “...queremos baixar os índices de conflito existentes no país e queremos fazer jornalismo*”. 
O dono anterior Guillermo Zuloaga relatou em nota que vendeu o canal a contragosto, manifestou que houve várias inviabilidades de continuar o trabalho, dentre elas fatores políticos, econômicos e  legais.

Anna Lídia Estrela Costa

Fontes: 




domingo, 12 de maio de 2013

Visita do Papa e análise de acordo de livre comércio


A semana colombiana foi movimentada, a contar com a presença do Papa Francisco. Em visita ao país, o Papa se reuniu com o presidente Juan Santos e disse que todas as suas orações são para um acordo de paz na mesa de negociações de Havana, e que pela segunda-feira iria discutir mais profundamente o que está acontecendo na Colômbia e como a igreja pode ajudar. O presidente ainda citou Laura Montoya, que teve o pai assassinado vítima de violência, e que foi ensinada por sua mãe a orar para perdoar as pessoas.
Na área econômica colombiana, os primeiros números do tratado de livre comércio assinado com os Estados Unidos há um ano, foram apresentados, e mostra que nesse primeiro ano o país norte-americano teve vantagem sobre a Colômbia. Os números mostram que as exportações colombianas aumentaram 3,3%, enquanto que as importações aumentaram 14,6%. Assim, os produtos importados aumentaram nos mercados da Colômbia, mas suas exportações não acompanharam o número como haviam previsto os defensores do acordo.


Paulo Henrique Santos




EUA desconfiam de armas químicas na Síria e hesitam sobre como agir


Ao Obama afirmar que a Síria havia cruzado a linha vermelha, o presidente norte-americano apresentou sinais de que o governo pode intervir na Síria e assim eclodir um novo conflito. Existem incertezas por parte do governo americano em uma possível intervenção, mas Obama acredita que o regime militar de Bashar Assad usou armas químicas contra o povo sírio, e neste fato envolve uma mudança de cálculo estratégico pela Casa Branca. As Nações Unidas alegaram ter receio de que os rebeldes sírios utilizaram gás tóxico. Porventura, o governo britânico e turco insiste que o responsável pelos ataques foi o governo de Assad. Ademais, os EUA não têm prova concreta do porte de armas químicas sob a responsabilidade dos rebeldes, e esta desconfiança é valida, mas a ofensiva poderia resultar na imagem negativa por parte da comunidade internacional no que tange ao “vexame de 2003, quando apresentou evidências forjadas de presenças de armas químicas no Iraque à ONU”. Nesta semana, o secretário de Estado John Kerry, atingiu ao objetivo de trazer a Rússia para a mesa de negociação com a finalidade de cessar o conflito sírio. O governo russo já está consciente de que a hipótese a ser sustentada se deve a criação de zona de exclusão aérea. Rússia foi contrária a essa medida militar aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU e provê o regime de Assad com armas e munições.





              El Diario - 12/05/2013

                               UNODC REVELA PRESENÇA DAS FARC NA BOLÍVIA


A Organização das Nações Unidas Contra as Drogas e Delitos (Unodc) alertou o governo da Bolívia sobre a presença de grupos irregulares que operam em diferentes regiões do país, com a denominação de “os emissores”, ao expressar sua preocupação pelo grau de expansão que alcança a organização clandestina vinculada ao narcotráfico e tráfico de armas.

Recomendou que o governo da Bolívia deveria atuar contra estes grupos irregulares, para “cortar pela raiz” as operações que se desenvolvem clandestinamente em regiões muito diversas, segundo relatórios policiais.

O delegado da Unodc, César Guedes, evidenciou que esta informação foi extraída dos relatórios do Estado boliviano que advertem sobre uma presença pronunciada de grupos irregulares no país, uma situação que está em seu início e que, portanto, “deve ser erradicada desde a raiz”. Essa presença preocupa a organização e, dessa maneira, recomendou atuar de forma contundente, não só no país, como também em coordenação com outros países. “Compartilhar informação de inteligência e evitar o que estamos observando, ou seja, tais indícios”,alertou.

Se as autoridades bolivianas confirmam a presença dos emissários das Farc na Bolívia, que agora estão vinculadas a atividades criminosas como o narcotráfico, este é o momento para “atuar de forma concisa para que não ocorram ações irregulares novamente.

Essa questão das Farc é, e sempre será um problema constante no cenário internacional e chegará a um ponto no qual será um problema de todos os Estados. Já é de conhecimento de todos que a Colômbia se não for o maior, pelo menos é o país mais conhecido por tal prática, é um dos maiores produtores e “exportadores” de drogas no mundo. O tráfico é controlado pela organização as Farc, uma organização criminosa tão poderosa, que toma conta do país. Governantes têm muita dificuldade em desmontar o esquema do grupo, tanto que até hoje a situação continua a mesma.

O problema maior em relação às Farc, é que, como qualquer outra organização ou empresa, ela pretende expandir os negócios, o que significa inserção internacional. Em outras palavras, vender para os vizinhos. É exatamente isso que os membros do grupo estão fazendo na Bolívia e já o fazem em diversos países.

O governo boliviano deve apoiar-se no conselho dado pela Unodc, no sentido que, se não se fizer nada agora que as operações estão apenas no início, talvez, na verdade muito provavelmente, a situação ficará fora de controle e a soberania do país será perigosamente afetada. Esse é um conselho não só para bolivianos, deve ser considerado pelos países em sua totalidade, para que se possa compartilhar experiências e táticas.

Por: Mariana Roriz.
Fonte da notícia:


Acordo na área acadêmica entre Brasil e Canadá


    Em 2012 o Canadá fechou um acordo com o Brasil na área acadêmica. Um acordo de R$ 12,9 milhões com 27 universidades Brasileiras sendo elas federais, estaduais e particulares. 
    O Canadá já é o principal destino de estudantes brasileiros que querem aprender inglês e o segundo principal destino para quem quer aprender francês. Agora o Canadá quer que eles sejam também o principal destino para alunos de graduação, pós graduação, mestrado e doutorado. Isso vai beneficiar tanto o Brasil quanto o Canadá pois a ideia é que o conhecimento se torne ação para os dois países. Isso tudo e fruto de uma negociação que demorou cerca de 2 anos.
     Em 2010 o Canadá fechou um acordo semelhante com a Índia. Agora a intenção é analisar nos próximos 3 anos para ver se vale a pena investir assim em outros países e até mesmo aprofundar mais com o Brasil.


sexta-feira, 10 de maio de 2013

Direitos Humanos




A  Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), hoje 10/05, pediu ao Estado venezuelano que adote de forma urgente medidas que assegurem os Direitos Humanos em especial medidas que garantam os direitos à vida e a integridade pessoa. A Comissão se mostrou preocupada com o que vem ocorrendo na Venezuela desde as eleições de 14 de abril. Como visto na semana passada, alguns parlamentares da oposição além de serem impedidos de falar em plenário,foram também agredidos por deputados governistas. Isso repercutiu de maneira muito ruim para o governo venezuelano. Porém, o que compõe o pedido da CIDH vai além do que ocorreu no parlamento. A comissão levou em consideração também as mortes que ocorreram após a eleição, a repressão aos opositores e à imprensa. Foi solicitado ao governo o quantitativo de pessoas que morreram em decorrência do protesto pós-eleição, os detidos e a resposta de porquê foram detidos e por fim o que está sendo feito para que os responsáveis pelas mortes sejam julgados. O governo respondeu que nove pessoas morreram, muitas delas pró-governo, e que as investigações estavam ocorrendo normalmente,  organizações da sociedade civil afirmam terem sido treze mortes. Por sua parte a CIDH solicitou que o governo esteja atendo ao andamento das investigações e garanta que os responsáveis sejam penalizados, tudo isso de forma imparcial. Não é a primeira vez que a comissão chama a atenção da Venezuela, por exemplo em fevereiro de 2010 o então Presidente Hugo Chávez,chegou a falar em saída da Venezuela da comissão que na época denunciou a opressão politica sofrida pela oposição venezuelana, além de violência com alguns grupos da sociedade. 


Por: Anna Lídia Estrela Costa.

Nota: A CIDH é um órgão autônomo da OEA com sede em Washington.  (*Nota retirada da reportagem original do jornal El Nacional).

Fontes: <http://www.prensaescrita.com/adiario.php?codigo=AME&pagina=http://www.el-nacional.com>
<http://www.semana.com/mundo/articulo/chavez-dice-venezuela-saldra-cidh/113615-3>